sábado, 2 de abril de 2011

Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. 
Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar 
o coração.Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. 
E não darei. Não é mais possível. 
Não vou me alimentar de ilusões. 
Prefiro reconhecer com o máximo de tranqüilidade 
possível que estou só do que ficar a mercê de visitas
adiadas, encontros transferidos.




“Só não me acorda. Se for sonho, me deixa acordar 
só quando eu souber o que é isso que eu sinto. 
Que nome tem esse negócio que deixa o coração com 
um sorriso de orelha a orelha.” 

(Clarissa Corrêa)




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